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sexta-feira, agosto 10, 2012
Ômegas 3, 6 e 9: A importância dos ácidos graxos para o corpo e pele
Os ácidos graxos são encontrados em óleos vegetais e gorduras animais, e são considerados “gorduras boas”, por isso devem estar incluso na dieta alimentar, uma vez que o corpo precisa deles para diversos fins. Principalmente os ácidos graxos poliinsaturados (ácidos graxos essenciais) que confere ao organismo uma série de benefícios.
Um ácido graxo essencial é um ácido graxo poliinsaturado que é sintetizado por plantas, mas não pelo corpo humano e, portanto, deve ser incluso na alimentação. Os ácidos graxos essenciais para a alimentação humana são o ácido linolênico (ômega-3) que está presente em grande quantidade nos peixes (especialmente o salmão) e óleos de peixe; e o ácido linoléico (ômega-6), presente nos óleos vegetais (soja, milho, girassol). Há outro ácido graxo conhecido como Omega-9, mas este tipo pode ser facilmente produzido pelo organismo, enquanto os outros dois tipos não são possíveis.
Uma alimentação humana corretamente balanceada deve conter ácidos graxos essenciais que são necessários para manter os níveis saudáveis de lipídios no sangue e deve atender a uma relação ótima entre ômega-6 e ômega-3, de 4:1.
Eles também são necessários para uma coagulação sanguínea adequada e para regular a pressão arterial. Outra função importante é o controle de inflamações nos casos de infecção ou lesão. Os ácidos graxos essenciais também podem ajudar o sistema imunológico a reagir adequadamente.
Os ácidos graxos essenciais são usados principalmente nos cosméticos de uso tópico e servem para deixar a pele macia por terem um efeito antiqueratinizante. São muito usados para tratar as peles secas, peles rachadas e envelhecidas e também são utilizadas no tratamento de dermatites e doenças como psoríase, devido ao efeito antiinflamatório e cicatrizante. Fontes: Infoescola/ Portal São Francisco/ Neuza Sumico Takahashi
terça-feira, julho 26, 2011
Cápsulas de caviar para a pele

Um dos lançamentos do 6º Congresso Internacional Consulfarma de Cosméticos e Farmácia foram os Fosfolipídeos de Caviar para uso oral.
Este produto combina ácidos graxos poliinsaturados (ômega 3 e ômega 6), fosfolipídeos, astaxantina e vitamina E, que em conjunto atuam como poderoso antioxidante, antiinflamatório, imunomodulador e hidratante da pele.
Atualmente sabe-se que os cuidados da pele vão além dos produtos de uso tópico. É necessária a ingestão de vitaminas e antioxidantes para diminuir os efeitos da radiação UV, produtos tóxicos e alimentação desbalanceada, rica em açúcares. Todos estes fatores influem diretamente para o envelhecimento cutâneo e diminuição das defesas naturais da pele.
Os fosfolipídeos de caviar possuem a vantagem de conter uma proporção alta do ômega 3 - importante protetor da pele, além de sua apresentação ser em pó, ao contrário das opções até então em óleo, o que possibilita a associação com outros nutricosméticos. Além disso, pela presença da astaxantina e vitamina E, existe menor possibilidade de oxidação dos ômegas, dando maior estabilidade e eficácia ao composto.
Os benefícios da ingestão destes fosfolipídeos são:
- melhora geral da pele, aumentando a hidratação e perda de água
- promovem o equilíbrio da pele
- redução do processo inflamatório em peles envelhecidas e expostas à radiação UV
- melhora das condições clínicas de doenças inflamatórias como a psoríase, dermatite atópica, acne, rosácea, e outras doenças auto-imunes da pele
- recuperam a integridade das membranas celulares
- repõem ácidos graxos poliinsturados ômega 3 e 6
- promove neuroproteção e melhora na acuidade visual
- protege o coração e modula os lipídeos sanguíneos
quinta-feira, fevereiro 17, 2011
Proibição de remédios para emagrecer gerará problema de saúde pública no País, afirma ABRAN

“Prevalência da obesidade aumentará de forma assombrosa”, prevê entidade.
A Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) se manifestou contrária à proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de proibir a comercialização, no Brasil, de todos os medicamentos usados para perda de peso que atuam no sistema nervoso central. De acordo com a associação médica, a retirada desses produtos da prática clínica no País deve levar o sistema nacional de saúde a um estado de atenção.
“Essa proibição fará a prevalência da obesidade aumentar assombrosamente”, prevê o presidente da entidade e médico nutrólogo, Dr. Durval Ribas Filho. “É como proibir insulina para o paciente diabético. As comorbidades decorrentes da obesidade também aumentarão absurdamente, e os gastos com esses tratamentos serão muitas vezes maiores do que o tratamento farmacológico atual”, explica.
Para a entidade, a impossibilidade de controle farmacológico da obesidade com acompanhamento médico acarretará um efeito em cadeia, com a multiplicação dos casos de hipertensão, doenças cardiovasculares, problemas de coluna, altos níveis de colesterol e triglicérides, incidência de diabetes tipo 2 e síndrome metabólica. Até mesmo as cirurgias bariátricas, que apresentam altíssima taxa de mortalidade, na casa dos 2%, devem se tornar mais frequentes sem a opção desses medicamentos, segundo a ABRAN.
“Sem contar que esse aumento dos problemas de saúde implicará ainda em mais gastos com tratamento dessas comorbidades. Nosso sistema de saúde irá à falência. Essa proibição é irresponsável”, ressalta o Dr. Ribas. “Nós já vivemos em ambientes favoráveis para ganho de peso e desenvolvimento de comorbidades ligadas à obesidade, com poucas horas de sono, alimentação inadequada, estresse e alto índice de sedentarismo, entre outros fatores. Não podemos ir na contramão das necessidades do País”.
Responsabilidade do médico junto ao paciente
De acordo com a associação dos médicos nutrólogos, a proposta de proibição desses medicamentos pela Anvisa é desnecessária. “Nenhum médico prescreve algum medicamento sem saber se o paciente pode ou não administrá-lo. Médicos são profissionais responsáveis e as autoridades mais legítimas para indicar opções de tratamento aos pacientes. Não indicamos sibutramina a pacientes com problemas cardíacos, mas e quanto aos outros?”, indaga o presidente da ABRAN.
Para o médico nutrólogo, a pessoa com obesidade é o paciente mais discriminado na sociedade, inclusive no que diz respeito ao tratamento. “É comum achar que o obeso não precisa de remédio porque não está doente, que basta fechar a boca e fazer atividade física. Não é assim, mas isso também não significa que o tratamento farmacológico seja a única solução. Obesidade é doença e precisa de acompanhamento médico, caso a caso”.
Fonte: ABRAN
A ABRAN é uma entidade médica científica reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina. Fundada em 1973, dedica-se ao estudo de nutrientes dos alimentos, decisivos na prevenção, no diagnóstico e no tratamento da maior parte das doenças que afetam o ser humano, a maior parte de origem nutricional. Reúne mais de 3.200 médicos nutrólogos associados, que atuam no desenvolvimento e atualização científica em prol do bem estar nutricional, físico, social e mental da população.
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